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Entenda o tema

No Brasil, áreas protegidas designam as terras indígenas e as unidades de conservação, sejam elas de uso restrito ou de uso sustentável, e criadas pelos entes municipais, estaduais e federal.

As áreas protegidas são fundamentais para o país:

Elas conservam a natureza e seus recursos genéticos
Quanto maior é a proteção da biodiversidade, maior é disponibilidade de recursos biológicos importantes para nossa sobrevivência, como fármacos, alimentos e novos materiais, e melhor é a resiliência a eventos climáticos extremos. Também teremos maior disponibilidade de recursos biológicos importantes para nossa sobrevivência, como fármacos, alimentos, e novos materiais.

Elas geram serviços ecossistêmicos fundamentais
Ao proteger as paisagens, as áreas protegidas permitem que a vegetação “produza” chuva, regule temperaturas, filtre a água e proteja solos. Além disso, evitam que essa vegetação seja desmatada e assim agrave as mudanças climáticas.

São territórios de comunidades tradicionais e povos indígenas
Os povos indígenas têm seu direito à terra assegurado pela Constituição e a demarcação de seus territórios é fundamental para que exerçam esse direito. Povos e comunidades tradicionais também possuem o mesmo direito, e são atores de cadeias produtivas sustentáveis, que geram alimento e renda a partir dos recursos naturais ali disponíveis, sem comprometer a integridade ecológica de onde vivem.

Elas seguram o avanço do desmatamento
Quando uma unidade de conservação é criada, aquela área sai do “mercado” e fica indisponível para atividades econômicas privadas que exijam desmatamento - pelo menos os tipos que estão fora de seus planos de manejo. Os povos tradicionais que ali vivem têm seus direitos reconhecidos e seguem modelos produtivos sustentáveis. Por isso, as áreas protegidas apresentam as menores taxas de desmatamento na Amazônia e servem como uma barreira fundiária em regiões de escalada da conversão florestal.